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Biópsia de Embriões

Com o advento da fertilização in vitro, tornou-se possível desenvolver uma técnica para avaliar os embriões antes de serem transferidos ao útero materno, diagnóstico genético pré-implantacional (PGD). Aplicada com sucesso pela primeira vez em 1990 por Handyside et al, em Londres, a biópsia embrionária com PGD abriu as portas para uma nova era na área de reprodução humana assistida.

Alterações cromossômicas são comprovadamente responsáveis pela maioria dos abortamentos e por grande parte das falhas de implantação quando não se encontram outros fatores que as possam justificar.

Desde 1995, os grandes centros de reprodução assistida passaram a analisar geneticamente os embriões formados a partir da técnica de fertilização in vitro. Estudos realizados em embriões humanos demonstraram que aproximadamente 50% possuem alterações cromossômicas.

O diagnóstico genético pré-implantacional consiste em biopsiar os embriões após a fertilização in vitro retirando-se algumas células e posteriormente analisar essas células para diagnosticar possíveis alterações cromossômicas, como por exemplo a Síndrome de Down, Síndrome de Klinefelter, Síndrome de Patau; antes de transferir o embrião para o útero materno. O PGD também nos permite identificar o sexo dos pré-embriões, a fim de evitarmos graves doenças transmitidas de mãe para filho, como a hemofilia tipo A.

A biópsia embrionária pode ser realizada a partir do terceiro dia de desenvolvimento do embrião, no momento em que apresenta de 6 a 8 células. O procedimento consiste na extração de 1 ou 2 células (se realizado no 3° dia de desenvolvimento) até o número de 15 (se a biópsia for em fase de blastocisto).

Saiba mais sobre o tratamento de PGD ( Diagnóstico Genético Pré-Implantacional )