Fertility apresenta trabalhos científicos no Congresso da Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia, em Genebra

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Dr. Edson Borges Jr. e Dr. Assumpto Iaconelli Jr., diretores do Fertility Medical Group, participam essa semana do Congresso da Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia, em Genebra, na Suíça.

Entre os cinco trabalhos que estão sendo apresentados neste importante encontro ( ESHRE 2017), até dia 05 de julho, estão estudos sobre a avaliação seminal relacionada ao tempo de abstinência ejaculatória em pacientes de fertilização in vitro.

“Observamos que, quanto maior o tempo de ejaculação, maior o volume ejaculado e concentração do espermatozoide, porém aumenta também a fragmentação do DNA, que é uma característica que faz com que o espermatozoide possa fecundar menos e há mais chances de abortamento. Por isso, não adianta o homem ficar 10 dias sem ejacular e depois ter ejaculações frequentes na época fértil. Traduzindo para concepção natural, a regularidade é que torna mais viável a possibilidade de gravidez”, explica Dr. Edson, especialista em reprodução humana assistida.

Já a capacidade de selecionar os embriões mais viáveis ​​para transferência, uma das metas do tratamento de fertilização in vitro, foram propostas no segundo trabalho do Fertility. Como ter um marcador para avaliar se um embrião vai se fixar ou não, já que na concepção humana, por exemplo, a probabilidade fértil é de 25%?

Com essa meta, os cientistas do Fertility analisaram algumas substâncias que estão no cultivo do embrião, que simula o ambiente da trompa, por meio de uma tecnologia chamada Lipidomica. Trata-se de técnica inédita e versátil, que permite uma análise sensível e permite  associação muito relevante entre os lipídios (secretados no meio de cultivo) e a capacidade funcional de implantação dos óvulos.

A avaliação de outro procedimento ainda novo no Brasil,  os microRNAs (miRNAs) – detectados nos meios de cultura de embriões produzidos in vitro e potencial biomarcadores de implantação embrionária – está entre os estudos apresentados em Genebra. Além dos demais temas:  comportamento dos pacientes em relação a religião x chances de gravidez e estimulo ovulatório x quantidade de remédio em pacientes mulheres acima dos 39 anos de idade.

Fonte: ESHRE 2017

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